Val Caniparoli as Drosselmeyer in SFBs Nutcracker by Erik Tomasson Courtesy SFB Web R1

Val Caniparoli, lenda do balé from São Francisco, soberly reflects 50 years na dance

Raros são os dançarinos que se presentam com a companhia por varias decades e, ainda mais raros, cujas carreiras artistices continuam a florescer e evoluir. Val Caniparoli belongs to esse grupo exclusivo. Depois de estudar música e teatro na Washington State University, ele deixou a faculdade cedo para treinar na San Francisco Ballet School antes de ingressar no San Francisco Ballet em 1973, onde ganhou elogios por suas performances em obras de Jerome Robbins, George Balanchine e Maurice Bejart. Caniparoli ocupou vários cargos artisticos na companhia, de mestre de balé a artista de personagem principal – e ele ainda sobe ao palco em papéis de personagens que variam de Drosselmeyer em Quebra-nose to Herod on Arthur Pita Salome. Ele tambem construiu uma carreira prolífica como coreógrafo, com trabalhos notáveis ​​​​​​como Lambarena, Ibsen’s House e jekyll and hyde realizado por empresas de todo o mundo e uma estreia mundial em obras para o SFB de janeiro [email protected] festival. At beira de sua 50ª temporada no SFB, Caniparoli, 70, compartilha um pouco da sabedoria de seu meio século no balé.

Caniparoli at SFB Quebra-nose. Photo by Erik Tomasson, cortesia SFB.

When come to no SFB, Jerome Robbins kicked me off Movements. Pouco tempo depois, tornei-me mestre de balé e ele me selecionou para treinar seus trabalhos. O artistic director of SFB, Helgi Tomasson, me chamou em seu escritório algum tempo depois para dizer que Jerry não queria mais que eu trabalhasse em seus balés. Ele descobriu que eu tambem era coreógrafa. Naquele momento, percebi que não queria ser mestre de balé porque queria me concentrar na coreografia. De uma forma estranha, Jerome Robbins me libertou dessa responsabilidade, o que me deu mais tempo para criar trabalhos para outras empresas.

Hoje, as habilidades técnicas dos dançarinos estão fora das paradas. Eles podem fazer qualquer coisa! Eles são mais versáteis do que quando comecei a dançar. As demanded atuais impostas aos dançarinos podem ser esmagadoras. Mas tambem há but fome para conseguir papéis e fazê-los com significado. Percebi que os coreógrafos tomaram nota disso através da criação de mais obras narrativas. Estes tambem parecem ser o que o público vem ver.

Wheno criei Lambarena in 1995, colaborei com consultores de dança africana, o que era inédito na época. Faith uma musical fusão ousada que foi uma verdadeira celebração de duas culturas. Continuo a adorar colaborar com as pessoas desde o início do processo coreográfico, seja um dramaturgo, bailarinos or compositores. Nunca tive escrúpulos em trazer pessoas para enriquecer meu trabalho.

Uma das positive coisas sober ainda ser um artista de personagem principal no SFB é que muitas vezes estou entre os dançarinos nos ensaios. Estou do lado deles, mesmo quando estou coreografando ou ensaiando na frente da sala.

me inspired em Really confident pessoas. Como dançarina, eu era timida. Semper fico admirado com os dançarinos que pedem um papel e depois o apoiam colocando o trabalho.

Come dansarina, Estou but confident agora. Quanto mais você faz, mais sua tolerância em relação às criticas aumenta. Previously,
se eu recebesse uma crítica ruim, temia nunca mais trabalhar. Mas eu fiz! Além disso, com minha experiência, não tenho medo de mergulhar em assuntos controversos. Essa liberdade é ótima porque tenho menos probabilidade de me questionar e meu trabalho é mais forte.

Faça or trabalho. Não vai chegar ate você. Encontre colegas e entre no estúdio nos intervalos do almoço ou após os ensaios. Vá às escolas locais e peça para criar seus recitais. Você tem que obter a experiência e fazer suas próprias oportunidades. Não acontece por osmosis. E assim que as pessoas virem seu trabalho, as coisas começarão a contecer.

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